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Criatividade e saúde mental

  • Janaína Liz Aquino
  • 5 de mar. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 9 de mai. de 2025

Na maior parte das vezes que nos deparamos com nosso mundo interno tensionado ou desiquilibrado podemos estar diante de conteúdos emocionais que precisam de organização, elaboração, atenção e cuidado. Buscar por recursos que nos ajudem a expressar o que acontece dentro de nós é uma maneira eficaz de deixar nossa energia circular e, assim, se renovar e se reorganizar. Dar direcionamento ao fluxo criativo das imagens que se criam através desses conteúdos nos permite tanto satisfazer impulsos, quanto expressar emoções e refletir sobre o que dentro de nós está a nos atravessar, ou seja, é um recurso para se relacionar e cuidar do nosso mundo interior.

Tocar, esculpir, colorir, desenhar, escrever, pintar, cantar, dançar, movimentar e dar formas aos conteúdos psíquicos são ótimas ferramentas de auto-regulação, que promovem principalmente a neuroplasticidade cerebral, atualizando os caminhos sinápticos das estruturas mentais e possibilitando o insight de novos caminhos a serem percorridos. Isto é, estimular a inteligência do nosso imaginário, criando e recriando através da arte, nossos conteúdos, podemos também re-criar e criar novos caminhos na vida.

Observa-se então que exercitar a criatividade em conjunto com o autoconhecimento, como ocorre de maneira bem explicita na arteterapia, por exemplo, corrobora na construção de uma saúde mental mais equilibrada. Que se torna mais fortalecida por poder contar com atitudes conscientes que se responsabilizam também pela homeostase do ser e, assim, o individuo fica mais propenso a atravessar os desiquilíbrios frente as situações aflitivas da vida.


E aí, vamos (re)criar a vida?

 
 
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